Hospital Jayme da Fonte

Central telefônica (81) 3416-0000 / 3125-8810 Marcação de Consultas & Exames (81) 3416-0075
Chegamos aos
949
transplantes de
fígado
Data publicação: 11/12/17 | Fonte: http://jconline.ne10.uol.com.br

Gomes e Gabriel Jesus ajudam brasileiro a fazer transplante de fígado

O ex-policial militar goiano Fábio Martins nasceu de novo no último dia 6 de dezembro. Foi nessa data que ele conseguiu vencer uma cirrose autoimune após transplante de fígado realizado no Hospial Jayme da Fonte, no Recife. Mas nada disso teria acontecido se não fosse uma ajuda essencial de vários jogadores de futebol, capitaneados pelo goleiro Gomes, do Watford; e pelo atacante Gabriel Jesus, do Manchester City e da seleção brasileira. A dupla arregimentou outros atletas brasileiros que atuam na Inglaterra para trazer Fábio ao Recife numa ambulância aérea, condição primordial para ele deixar Londres, onde morava e chegar ao Brasil em condições de ser hospitalizado para a cirurgia posterior.

Fábio foi morar em Londres em janeiro deste ano, fugindo da instabilidade que caiu nos servidores públicos de Goiás. Como policial militar, a crise nos estados brasileiros não perdoou seu estado natal e os salários começaram a ser pagos em parcelas. Para sustentar esposa e filha tomou uma decisão: pediu baixa e foi tentar a sorte, sozinho, na capital inglesa. Começou a trabalhar com entregas numa moto.

A partir de agosto começaram os primeiros sintomas da doença. Começou como uma hepatite, que terminou evoluindo para a cirrose. "Começou com um inchaço na barriga, amarelo nos olhos, ficando debilitado e comecei a tomar os medicamentos", disse.

Com a evolução no quadro ficou inviável a permanência em Londres, no hospital Royal Free, por conta da irregularidade na sua estadia por lá. Ele precisava de um transplante urgente ou não teria mais de cinco meses de vida. Foi aí que entrou a corrente de solidariedade. Campanhas nas redes sociais, inclusive entre artidas londrinos chegaram aos olhos e ouvidos de Gomes, que chamou Gabriel Jesus e mobilizou outros jogadores brasileiros. "Era impossível conseguir isso lá por causa da minha condição irregular. Os médicos foram bem taxativos: era transplante ou morte".